....."O “Nunca Mais” não é verdade.
Há ilusões e assomos, há repentes,
De perpetuar a duração.
O "Nunca Mais" é só meia-verdade,
Como se visses a ave entre a folhagem,
E ao mesmo tempo não.
(E antevisses,
Contentamento e morte na paisagem).
O "Nunca Mais" é de planície e fendas.
É de abismos e arroios.
É de perpetuidade no que pensas efêmero,
E breve e pequenino,
No que sentes eterno.
Nem é corvo ou poema o “Nunca Mais”...".....
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