23 abril, 2008

....."O “Nunca Mais” não é verdade. Há ilusões e assomos, há repentes, De perpetuar a duração. O "Nunca Mais" é só meia-verdade, Como se visses a ave entre a folhagem, E ao mesmo tempo não. (E antevisses, Contentamento e morte na paisagem). O "Nunca Mais" é de planície e fendas. É de abismos e arroios. É de perpetuidade no que pensas efêmero, E breve e pequenino, No que sentes eterno. Nem é corvo ou poema o “Nunca Mais”...".....

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